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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

SBL DISPONIBILIZA LIVROS GRATUITAMENTE PARA PAÍSES COMO O BRASIL

Estar num país cuja renda per capita é baixa tem suas vantagens. A SBL disponibiliza livros em PDF gratuitamente para países subdesenvolvidos e o Brasil (por enquanto) está na relação. Há muitos e muitos livros disponíveis (infelizmente só em inglês).

Para dar uma olhada na relação completa, clique aqui.

Para escolher o livro por tema, clique aqui.

Para baixar um livro que apresenta o papel da fonte javista na discussão atual (imagem), clique aqui.

Abaixo a descrição completa do livro:

Dozeman, Thomas B. and Konrad Schmid, eds.  A Farewell to the Yahwist?: The Composition of the Pentateuch in Recent European Interpretation Symposium 34, Atlanta: Society of Biblical Literature, 2006. (206 páginas, 4,9 MB)

Dozeman, Thomas B. e Konrad Schmid, eds. Adeus ao javista:? A composição do Pentateuco na interpretação européia recente. Simpósio 34, Atlanta: Society of Biblical Literature, 2006. (206 páginas, 4,9 MB)

Tem dificuldade com o inglês? Se você é uma pessoa que não se deixa vencer por qualquer obstáculo, baixe o livro em PDF, copie o texto e cole no tradutor do Google. Dá um pouquinho de trabalho, mas vale a pena.

Boa leitura!

Jones Mendonça

terça-feira, 23 de novembro de 2010

QUAL O ORIGEM DO NOME “JERUSALÉM”?

A Revista Letras, Vol. 36 (1987), da Universidade Federal do Paraná, publicou um interessante artigo sobre a origem do nome “Jerusalém”. De acordo com o autor, R. F. Mansur Guérios, o nome da capital de Judá surge da junção entre as palavras sumerianas URU (cidade) e SALÉM (ou SALIM – nome do planeta Vênus), dando origem à palavra YERUSHALEM.

O artigo completo (em PDF) pode se rlido aqui.

Fiz uma pesquisa rápida. De fato, em tábuas escavadas em Tell el Amarna, datadas de 1400 a.C., Jerusalém é chamada de Uru-Salém.
to the time of the judges jerusalem was known  as Urusalim [...] the element Uru being indicated by the Sumerian ideogram uru=city [1]”.
no tempo dos juizes Jerusalém era conhecida como Urusalim [...] (Uru sendo o elemento indicada pelo ideograma sumério uru = cidade).”
Nota:
[1] HOMMEL, Fritz; McClure, Edmund; Crossle, Leonard, The Ancient hebrew tradition as illustred by the old monumente, p. 199.

Prof. Jones Mendonça

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A CIRCUNCISÃO NO EGITO

Circuncisão no Egito
A circuncisão não era uma prática exclusiva dos israelitas. Como nos diz Werner H. Schmidt “suas origens perdem-se nas trevas da pré-história” (SCHMIDT, Werner H., 2004, p. 425). A prática da circuncisão ocorria no antigo Egito e entre os povos semíticos que viviam em Canaã. Os filisteus, por exemplo, não eram semitas, por isso eram chamados de “incircuncisos” (cf. 2 Sm 1,20). Os babilônios também foram chamados de incircuncisos (hb. ‘arel), em Is 52,1:
“Desperte! Desperte!, ó Sião, vista-se de força. Vista suas roupas de esplendor, ó Jerusalém, cidade santa. Os incircuncisos e os impuros não tornarão a entrar em você.”
Na imagem acima você vê um relevo da sexta dinastia de Saqqara representando sacerdotes realizando circuncisões em meninos egípcios (KING, Philip J; STARGER, Lawrence E., 2001, p.43).

Referências bibliográficas:
KING, Philip J; STARGER, Lawrence E. Life in biblical Israel. Westminster John Knox Press: Louisville, 2001.
VV. AA. Comentário bíblico. São Paulo: Loyola, 1999.
SCHMIDT, Werner H. A fé no Antigo Testamento. São Leopoldo, RS: Sinodal, 2004.

Prof. Jones Mendonça